"Vença a si mesmo e terá vencido o seu próprio adversário." (Provérbio japonês)



“Presos ou soltos, nós, seres humanos, somos muito cegos e sós. Quase nunca conseguimos transcender os nossos estreitos limites para enxergar os outros e a nós mesmos sem projetar o nosso próprio vulto na face alheia e a cara dos outros na nossa.”


"Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma... Todo o universo conspira a seu favor!" - Goethe





"Sou sempre eu mesma,mas com certeza não serei a mesma para sempre!"



Clarice Lispector



terça-feira, 2 de agosto de 2016

Os parasitas emocionais







"Os parasitas emocionais são aquelas pessoas que vivem às custas de nossos sentimentos, nossas emoções e de nossos pensamentos. Não são necessariamente más pessoas, mas são pessoas que vivem imersas em seus complexos e não conseguem fazer algo por si mesmas.

Assim, pode-se dizer que há dois tipos de parasitas emocionais. Vejamos:

Os parasitas dependentes


Aderem a uma parte de nós e passam a vida nos confiando suas tristezas e seus maus momentos para que os reconfortemos. Estas pessoas precisam de nós para descarregar seu mal-estar com o mundo e, provavelmente, quando estão bem, não temos notícias delas.

Ou seja, quando a pessoa se sente saciada, se esquece de quem lhe deu de comer. No entanto, quando volta a sentir a necessidade de que validem seu estado de ânimo, voltam. Este comportamento, geralmente, não só nos queima e faz com que nos sintamos usados, mas seu estado afetivo negativo nos contagia.

Seu tom da queixa, de desapontamento e de pessimismo é tão habitual que elas exigem opiniões de maneira constante, com o fim de que consigam sair de sua “resmungação”. As lentes através das quais elas veem a vida estão tão energizadas que fazem com que questionemos nossa própria visão de mundo.



Os parasitas agressivos

Em segundo lugar estão aqueles parasitas emocionais que se comportam de maneira agressiva, se aproveitando de seu atrativo, sua liderança e sua capacidade de persuasão, a partir de promessas irrecusáveis.
Estas são aquelas pessoas que vão nos enganando pouco a pouco e invadindo nossa vida. Exigem cada vez mais afeto para si, sem parar para pensar nas consequências emocionais que ocorrerão para a sua vítima.

Nas relações, só contemplam suas necessidades e, embora não o façam de maneira premeditada, sempre tentam satisfazer seus interesses e caprichos acima de tudo. Do mesmo modo, derrubam qualquer pedido vindo da pessoa da qual se aproveitam.

Pedem carinho e atenção, fazendo com que cada vez a situação seja mais insustentável. Assim, vai sendo gerado um sentimento de ineficácia e de pouco valor que desenvolve um estado de insegurança e de baixa autoestima no outro.


Como é de se esperar, esta situação absorve nossas energias, nos desgasta e nos anula. Assim, quando nós percebemos isso, procurando tirar um tempo para nos “desintoxicarmos”, mas ao voltarmos nossas energias voltam a se esgotar.
Tire estes parasitas das suas costas, ande por seus próprios caminhos

Se você sentir que está carregando pessoas em suas costas, o mais adequado é que você analise e reflita sobre os desequilíbrios emocionais que estão provocando estas relações.
Lembre-se de que o parasita emocional lhe transmite e contagia com seus estados emocionais, sendo possível que você se sinta cansado e diminuído psicologicamente.

Assim, o importante é que você recupere todas aquelas necessidades próprias que ficaram largadas com a finalidade de atender seu parasita. Uma vez que você tenha sua energia de volta, faça-a prevalecer. Fazer isto não significa que você deixa de amar a pessoa, mas que você está se protegendo de determinados aspectos para poder manter seu equilíbrio emocional.

Você não pode se sentir incapaz ou culpado por não poder satisfazer as necessidades do outro. Cada um é responsável por sua vida e os demais apenas fazem parte dela, mas não são sua totalidade. Lembre-se de que “cada um tem a sua sorte” e não imponha o papel de salvador ou salvadora a si mesmo, pois somente nós somos responsáveis por nossa felicidade."


5 tipos de vampiros emocionais




Estão aí fora, esperando-nos, atraindo-nos para nos deixar vazios em seguida. Parecem boas pessoas, e confiamos mais neles que em qualquer outro. Esperamos mais, mas recebemos menos. São eles, os vampiros emocionais. Não procuram rastros de sangue, querem a sua energia emocional.

Da mesma forma como o restante dos vínculos que desenvolvemos ao longo da nossa vida, os vínculos emocionais crescem de uma forma ou de outra, dependendo de como forem alimentados.Naturalmente, se você lhes alimentar com tristeza, inveja, queixas ou revolta constante, o que você fará é criar vínculos pouco saudáveis.

Existem relações que podem ser excessivamente prejudiciais, produzindo um drama de dimensões enormes e se transformando em um atentado ao seu bem-estar emocional.

Existem pessoas que, intencionalmente ou não, podem fazer você se sentir deprimido, confuso, chateado e inclusive desgastado.

A verdade é que, sem estratégias de autodefesa para se manter na linha, as vítimas das pessoas tóxicas desenvolvem comportamentos e sintomas pouco saudáveis (comer em excesso, isolar-se, mudar de humor facilmente, constantemente se sentir cansado…).

Estas são chamadas de muitas formas, pessoas tóxicas, vampiros ou depredadores emocionais, parasitas, etc. Na verdade, ainda que esta classificação não tenha base cientifica, existem pessoas que esgotam e fazem você entrar em um estado de resignação e aflição que é difícil de lidar.

A seguir definiremos 5 tipos de pessoas que intoxicam as emoções, sugando a sua energia como um vampiro e observando você como se fosse um depredador.
Tipos de vampiros emocionais

1 – A pessoa passivo-agressiva


Este tipo de pessoa expressa raiva com um sorriso na cara ou com preocupação excessiva, mas sempre mantém a calma. São especialistas em camuflar e adoçar a hostilidade. Todos já usamos esta técnica alguma vez, mas estas pessoas abusam dela.

A melhor autodefesa é conduzir o seu comportamento mantendo plenamente as suas convicções, criando limites e fazendo-os valer. Você merece ser tratado com amor e sinceridade e não deve permitir que lhe a pessoa lhe fale “como se estivesse lhe perdoando a vida”.

2 – A pessoa narcisista

Tudo gira em torno deles, pois se acham o umbigo do mundo. São egocêntricos, vaidosos e estão famintos por admiração e atenção. Podem aparentar ser pessoas inteligentes e encantadoras, até que veem ameaçada a sua condição de guru, de exemplo a seguir, ou de autoridade intelectual.


Já que o seu lema é “eu primeiro”, revoltar-se ou expressar de forma assertiva as suas necessidades não terá efeito algum sobre eles. Já que costumam carecer de empatia ou tê-la bem enterrada, podem ter dificuldade de entender o amor incondicional fora de si mesmos.


Portanto, a melhor autodefesa é desfrutar das suas boas qualidades, mas sendo realista quanto às suas expectativas em relação a eles. Enquanto isso, não deixe que o esmaguem, ou que o façam se sentir inferior, entenda que o seu narcisismo é a sua necessidade.


Você pode conseguir a sua cooperação sempre que apelar para o seu próprio interesse e lhes mostrar como a sua solicitação irá beneficiá-los.


3 – A pessoa furiosa



Este vampiro tem o ofício de acusar, de atacar, de humilhar, de criticar e de criar conflitos. São viciados na ira, em reter as coisas, em castigar os outros. Congelam você e lhe batem, quebrando-o em mil pedaços com a sua fúria.

A melhor autodefesa é proteger a sua autoestima para que a sua ira não a atropele. Tome o seu tempo, crie pausas e respire. Procure manter-se neutro e equilibrado frente aos seus ataques de fúriae não responda até que você se sinta calmo.

Desta forma, você conseguirá desarmar essa pessoa, deixando-a espairecer para depois expor a sua visão, fazendo com que reconheça e perceba a sua posição.
Fazendo isto, você conseguirá inclusive sentir empatia por elas, perguntando-se sobre a dor que a faz se revoltar dessa forma.

4 – A pessoa mártir


Existem por todo lugar. Os mártires são os reis e rainhas do drama. Eles sabem como fazer você se sentir mal por algo, pressionando os botões da insegurança e jogando sal nas suas feridas.

A melhor autodefesa é deixar de lado a ideia de que você tem que ser perfeito. Todo mundo comete erros. Mas se de verdade você se sente culpado por alguma coisa, então afaste-se para outro lugar e chore se for necessário.

Você também pode responder aos seus ataques com uma declaração positiva como a seguinte: “Compreendo o seu ponto de vista, mas quando você diz … você fere os meus sentimentos. Agradeceria se você parasse de fazer isto”.

5 – A pessoa invejosa e fofoqueira



São as pessoas intrometidas, essas que se deleitam falando dos outros pelas costas, arrastando a sua reputação e propagando rumores maliciosos. Quando fazem isto, todo mundo ao seu redor se sente humilhado e menosprezado.

A melhor autodefesa é não se preocupar com o que essa pessoa diz de você e não levar os seus comentários para o lado pessoal. A atitude correta é subir um degrau e ignorá-los. Além disso, se você estiver em um grupo e começarem a falar de alguém, a melhor saída é mudar de tema e nunca participar de nenhuma fofoca.

Ainda assim, é prudente deixar claro que você sabe o que essa pessoa está fazendo e que isso não lhe faz bem. Você pode se dirigir a ela e dizer-lhe algo assim como “Os seus comentários ferem. Como você se sentiria se dissessem isso de você? Por favor, deixe de falar de mim”.

Identifique as pessoas que lhe causam dor e crie os seus próprios mecanismos de autodefesa para proteger o seu bem-estar emocional.
Tomar distância e se afastar das pessoas complicadas melhora a sua saúde.



Copiado daqui:



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Rejane

"Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma... Todo o universo conspira a seu favor!" - Goethe "Sou sempre eu mesma,mas com certeza não serei a mesma para sempre!" Clarice Lispector

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